09 agosto 2011

A cobra e o vagalume


Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.

Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...

No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:


- Posso fazer três perguntas ?



- Não costumo abrir esse precedente para ninguém mas já que vou te comer mesmo, pode perguntar...



- Pertenço a sua cadeia alimentar ?

- Não.

- Te fiz alguma coisa ?

- Não.

- Então por que você quer me comer ?



- PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR...



Pensem nisso e selecione as pessoas em quem confiar.

08 agosto 2011

Liberando-se das amarras

Os movimentos do MLC são guiados em uma atitude de auto-conhecimento e com intensa ação física
FOTO: REPRODUÇÃO

MÉTODO DE LIBERAÇÃO DAS COURAÇAS PROMOVE O AUTO-CONHECIMENTO E A CURA CORPORAL
Promover o auto-conhecimento e a cura corporal, psíquica e emocional são os principais benefícios do Método de Liberação de Couraças (MLC), abordagem global pelo movimento do despertar corporal. O método, criado nos anos 1980 por Marie Lise Laboné através de sua experiência de auto-cura e pesquisas em medicina psicossomática, é inspirado nos trabalhos corporais de antiginástica e do Reich.

"A consciência de si é grandemente desenvolvida com a prática dos movimentos do despertar corporal. O indivíduo é guiado a encontrar suas próprias tensões, respeitando seus ritmos e limites", diz a terapeuta corporal, Leina Leão.

Segundo ela, é somente a partir desse reconhecimento que os bloqueios podem ser transformados. "Agimos em um trabalho consciente dos dois lados do cérebro, alternando escuta/introspecção, movimento/ação em uma prática semanal na qual o próprio indivíduo se torna autônomo e pode praticar os movimentos sozinho, relaxando, aliviando dores, liberando toxinas e se reequilibrando física e emocionalmente", revela.

Livre movimento
Não há restrições nem contraindicações quanto à realização do MLC. O trabalho é progressivo, e o ideal é que comece nos adolescentes, pois as crianças ainda não têm a concentração necessária. Pessoas com restrições físicas ou mentais também precisam de atenção especial e adaptação de movimentos. Nesses casos, é indicado acompanhamento médico e/ou psiquiátrico.

"O MLC pode ser praticado após um dia de trabalho, antes de fazer esportes, para ajudar a circular as emoções, desbloquear tensões e estresse, dentre outros", explica Leina Leão.

MAIS INFORMAÇÕES
Palestra gratuita:
Dia 11 - a partir das 20 horas
Workshop: dias 13 e 14 - ambos no Espaço Clara Luz - Fone: (85) 8722.1841

15 julho 2011

Um pecado imperdoável ->> Bebê abortado e enterrado SOBREVIVE

Essa matéria me chamou a atenção demais pela história, a capacidade e frieza dessa mulher e as fortes imagens do bb. É absurdo que um país desse ainda não exista uma lei que puna severamente ações como essa e médicos que não denuncian estas criminosas! É duro perceber neste tipo de criatura, pois humano de coração é que não é mesmo. Deus glorificado e justo, fazei-nos capazes de perdoar estas imperfeições que não conseguimos. Confiram a matéria que li no Blog do Tony Ramos que indignado publicou com pesar a tentativa de assassinato a sangue frio...

Em 03/12/2009 por

Recém-nascido abortado é enterrado e sobrevive

 Muitos blogs já divulgaram, e outros veículos de informação, mas aí está o recado que me foi trazido por email de Alessandra de Souza, e eu reproduzo a partir do blog Mundo Gump. É a história de um bebê que foi enterrado em posição vertical e graças a um cachorro que cavou em torno de sua cabeça, sobreviveu:

Recebi pelo email de um leitor do blog que não quis se identificar as fotos de um caso assombroso. Uma mulher abortou uma criança no meio do mato e tentou matar o próprio filho, enterrando-o numa toca de tatu e cobrindo com terra.
A sorte do bebê é que um cão de rua chegou até o local e cavou onde estava o bebê, já sufocando. O cão liberou a cabeça da criança que pode respirar. A terra aqueceu o corpo do bebê, mas não impediu a ação das formigas e insetos.
Contra todas as probabilidades, o bebê sobreviveu e foi resgatado por moradores locais.
(images fortes)





Lucinda Ferreira Guimarães, 40 anos, deverá ser indiciada por tentativa de homicídio, sob a acusação de dar à luz e enterrar vivo um menino recém-nascido em um terreno baldio próximo ao bairro São Miguel , em Laranjeiras do Sul , no Paraná.
Segundo informações a criança só sobreviveu por estar enterrada em pé tendo um cachorro cavado um pouco a terra ao redor de sua cabeça, deixando-a descoberta e por causa do calor da terra que manteve a temperatura corporal.







Os policiais foram acionados através de uma denúncia anônima para darem atendimento a uma ocorrência de abandono de criança enterrada num matagal. Segundo as primeiras informações uma senhora teria retornado para a residência ao entardecer com as vestes sujas de sangue o que chamou a atenção de vizinhos que observaram as ações da suspeita que estaria grávida até então.
Para surpresa dos moradores locais depois de uma busca nas proximidades encontraram numa toca de tatu no matagal, um recém-nascido que estava cheio de bichos e moscas sob sua pele. Já se passavam 24 horas do provável aborto e os moradores então acionaram a polícia, pois achavam que o recém-nascido estaria morto.


Ao chegarem, os policiais perceberam que ele estava vivo, tiraram os restos de terra da boca e imediatamente o encaminharam ao Hospital. No local uma equipe policial levantou informações da localização da mãe e a encontrou num bar a algumas quadras do local e deu voz de prisão a infratora. No hospital o recém-nascido recebeu os cuidados médicos necessários e passa bem.


A mãe está na Delegacia de Polícia Civil e até o momento não pode ser ouvida sobre os motivos que a levaram a cometer tal atrocidade pelo estado de choque em que se encontra. O recém-nascido deve ser observado pelos próximos dias no hospital e possivelmente não ficará sob os cuidados da genitora. É um menino e nasceu com 08 meses… Com 2,8 quilos e 46 centímetros, ele se recupera bem no hospital. A senhora Lucinda é mãe de 4 filhos e esta era a 5ª gravidez. Estava casada pela 2ª vez e o filho não era deste último. Segundo a polícia, ela foi presa em um bar. Lucinda negou ser mãe do bebê, mas a informação da gravidez foi confirmada pelos médicos. O filho mais novo de Lucinda tem 5 anos. Segundo a polícia, Lucinda pode ser indiciada por aborto ou por tentativa de homicídio.
Que vergonha, hein dona Lucinda? Como já dizia o Al Borgetti: CADEIA!

29 junho 2011

AMOR DA MINHA VIDA

precisamos ouvir mais a voz do nosso coração;- precisamos respeitar os nossos limites, sem desrespeitar os limites do outro;
- podemos sentir mais felicidade quando conseguimos perdoar os erros do outro;
- atraímos mais as pessoas certas quanto mais nos conhecemos e demonstramos quem somos;
- o amor parece que nos torna mais frágeis e vulneráveis, mas na verdade, nos torna mais fortes e corajosos;
- o fim de um relacionamento não significa, necessariamente, que ele não deu certo;
- nem sempre as pessoas estão prontas para viver o amor, mas isso não impede que elas se preparem, independentemente de idade ou condição social;
- sofrimento não é um castigo, mas uma maravilhosa oportunidade que a vida nos dá de aprendermos algo sobre o qual estávamos resistindo;
- nosso mundo externo é reflexo de nosso mundo interno. Portanto, para conquistarmos o que desejamos, precisamos antes, construir nossos sonhos dentro da gente;
- o amor é um dos caminhos mais difíceis para a nossa evolução, mas é também um dos mais gratificantes e prazerosos;
- não existem regras nem certezas no amor. Podemos apenas nos dedicar para sermos cada dia melhores e mais verdadeiros, a fim de que ele seja eterno enquanto dure...
- a fidelidade, tanto para conosco mesmos quanto para com o outro, é fundamental e deve ser uma escolha que fazemos por nós mesmos e nunca pelo outro;
- retribuir é nobre, mas vingar-se é ferir a si mesmo;
- e, enfim, que todos nós nos arrisquemos no amor, ao invés de nos fecharmos numa ilusória segurança, perdendo a preciosa oportunidade de sermos felizes! "Rosana Braga"

11 junho 2011

Como construir um bom relacionamento com o filho do seu novo amor.

O casal se separa. Novos encontros acontecem e um dos dois – ou os dois – inicia um relacionamento. Com ele, vem uma nova família... E aí como lidar com essa situação? Será que padrastos e madrastas são mesmo “maus” pelo simples fato de existirem, assim como nos contos de fadas?

Uma coisa é fato: o relacionamento que se estabelece entre a madrasta ou o padrasto e seus enteados é um fator decisivo para a estabilidade e o sucesso do novo casamento. Por isso, é preciso cultivar uma relação saudável desde o início – e contar com a colaboração dos pais. Os erros mais comuns cometidos nesse tipo de relação – e que devem ser evitados – são ciúme, disputa, falar mal do pai e da mãe da criança e não impor regras.

De acordo com a psicóloga e psicanalista Vera Iaconelli, “apoiar o companheiro escolhido e evitar criticá-lo na frente das crianças são comportamentos aconselháveis aos pais”.

A psicoterapeuta Roberta Palermo, autora do livro Madrasta – Quando o Homem da Sua Vida Já Tem Filhos, aconselha que padrastos e madrastas combinem regras com os pais das crianças para estabelecer um padrão nas ordens e regras. “A maior dificuldade para a criança é não ter uma hierarquia familiar definida, limite e rotina que a deixem segura.”

A terapeuta explica que a reação da criança com a chegada de um padrasto ou madrasta depende muito de como os pais conduzem ou conduziram a separação. “É importante deixar claro para o filho que estão se separando, mas que isso não o prejudicará porque ambos serão seus pais para sempre.”

Mais um fator importante a ser considerado, de acordo com a mestre em psicologia social Laura Cristina Eiras Coelho Soares, é que os filhos podem perceber o padrasto ou a madrasta como um obstáculo para uma eventual reconciliação de seus pais ou ter receio de se aproximar deles e, novamente, vivenciar uma separação. “É importante que tanto o pai como a mãe percebam que os lugares ocupados pelo padrasto e/ou pela madrasta não são substitutivos ao seu, mas que virão acrescentar novos espaços de cuidado. Ou seja, os filhos poderão estabelecer laços de afeto com o padrasto ou a madrasta sem sentir que estão traindo os pais”, diz.

Vera Iaconelli explica que a convivência com um padrasto ou uma madrasta pode exercer impactos negativos e positivos no desenvolvimento afetivo e psicológico da criança. “Seu horizonte pode aumentar com a chegada de mais adultos de referência e, com isso, as limitações dos pais podem ser amenizadas. O convívio pode ajudar a criança a ser mais tolerante diante das diferenças e ter mais fontes de identificação, além dos pais. Mas, se os adultos aproveitam a situação para acirrar disputas, é óbvio que todos sairão perdendo”, avisa.

Quando o bebê é pequeno e tem menos de 2 anos de idade, ele tem pouca compreensão sobre o que está acontecendo. Ele crescerá nesse novo sistema familiar. A criança de 3 ou 4 anos já percebe melhor a saída do pai de casa, entre outras mudanças que ocorram por causa da separação. Já o pequeno de 5 anos pode apresentar mudança de comportamento e sofrimento com a notícia, que eventualmente lhe causará frustração. Todas essas reações independem do sexo das crianças, embora seja mais comum a dificuldade de relacionamento entre madrasta e enteada – quase sempre por ciúme. Verônica Wolff, 36 anos, começou a namorar o pai do seu enteado quando ele tinha 5 anos. “Para que um relacionamento entre madrasta e enteado aconteça de maneira natural e sem crise, é importante que os quatro envolvidos (madrasta, pai, mãe e enteado) se esforcem para manter a harmonia da relação, evitando brigas e ciúme. Sempre me dei muito bem com meu enteado por saber o limite entre ser madrasta, ser amiga e, muitas vezes, ‘não ser ninguém’”, conta Verônica. “A madrasta é a namorada (ou a nova esposa) do pai. Não adianta querer fazer papel de mãe – ainda mais quando seu enteado convive com a dele.”  Site: BEBÊ . COM