Tashi Deley...eu reverencio o lugar, no seu coração, onde moram a sua coragem, honra, amor, esperança e sonhos.Eu reverencio em si o lugar onde, se você nele estiver em si e eu nele estiver em mim, haverá somente um de nós." "NAMASTÊ"ੴ
04 maio 2013
AMOR LIVRE
Pergunta: Qual das duas, a poligamia ou a monogamia é mais conforme à lei da Natureza?
Resposta: A poligamia é lei humana cuja abolição marca Progresso social. O casamento segundo as vistas de Deus tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia, não há afeição real: há apenas sensualidade.
Item n° 701, de "O livro dos Espíritos". Comenta-se a possibilidade de legalização das relações sexuais livres, como
se fora justo escolher companhias para a satisfação do impulso genésico, qual se apontam iguarias ou vitaminas mais desejáveis numa hospedaria.
Relações sexuais, no entanto, envolvem responsabilidade. Homem ou mulher, adquirindo parceira ou parceiro para a conjunção afetiva, não conseguirá, sem dano a si mesmo, tão-somente pensar em si. Referentemente ao assunto, não se trata exclusivamente da ligação em base do matrimônio legalmente constituído. Se os parceiros da união sexual possuem deveres a
observar entre si, à face de preceitos humanos, voluntariamente aceitos, no plano das chamadas ligações extralegais acham-se igualmente submetidos aos princípios das Leis Divinas que regem a Natureza.
Cada Espírito detém consigo o seu íntimo santuário,erguido ao amor, e Espírito algum menoscabará o "lugar sagrado" de outro Espírito, sem lesar a si mesmo. Conferir pretensa legitimidade às relações sexuais irresponsáveis seria tratar "consciências" qual se fossem "coisas", e se as próprias coisas, na condição de objetos, reclamam respeito, que se dirá do acatamento devido à consciência de cada um?
É óbvio que ninguém se lembrará, em são juízo, de recomendar escravidão às criaturas claramente abandonadas ou espezinhadas pelos próprios companheiros ou companheiras a que se entregaram, confiantes; isso, no entanto, não autoriza ninguém a
estabelecer liberdade indiscriminada para as relações sexuais que resultariam unicamente em licença ou devassidão.
Instituído o ajuste afetivo entre duas pessoas, levanta-se, concomitantemente, entre elas, o impositivo do respeito à fidelidade natural, ante os compromissos abraçados, seja para a formação do lar e da família ou seja para a constituição de obras ou valores do espírito. Desfeitos os votos articulados em dupla,
claro que a ruptura corre à conta daquele ou daquela que a empreendeu, com o aceite compulsório das conseqüências que advenham de semelhante resolução.
Toda sementeira se acompanha de colheita, conforme a espécie. É razoável nos lembremos disso, porquanto o autor ou autora da defecção havida, ante os princípios de causa e efeito, é considerado violador de almas, assumindo com as vítimas a obrigação de restaurá-las, até o ponto em que as injuriou ou prejudicou, ainda mesmo quando na conceituação incompleta do mundo essas criaturas tenham sido encontradas supostamente já prejudicadas ou injuriadas por alguém.
O diamante no lodo não deixa de ser diamante, sem perder o valor que lhe é próprio, diante da vida. A criatura em sofrimento não deixa de ser criação de Deus, sem perder a imortalidade que lhe é própria, à frente do Universo. Que a tentação de retorno dos sistemas poligâmicos pode ocorrer habitualmente com qualquer pessoa, na Terra, é mais que natural - é justo. Em circunstâncias numerosas, o pretérito pode estar vivo nos mecanismos mais profundos de nossas inclinações e tendências.
Entretanto, os deveres assumidos, no campo do amor, ante a luz do presente, devem prevalecer, acima de quaisquer anseios
inoportunos, de vez que o compromisso cria leis no coração e não se danificarão os sentimentos alheios sem resultados correspondentes na própria vida. Observem-se, nos capítulos do sexo, os desígnios superiores da Infinita Sabedoria que nos orienta os destinos e, nesse sentido, urge considerar que a Vontade de Deus, na essência, é o dever em sua mais alta expressão traçado para cada um de nós, no tempo chamado "hoje".
E se o "hoje" jaz viçado de complicações e problemas, a repontarem do "ontem", depende de nós a harmonia ou o desequilíbrio do "amanhã".
VIDA E SEXO
Chico Xavier/ Emmanuel
15 abril 2013
Use psicologia para fazer suas maldições funcionarem
ATENÇÃO: O HypeScience não apoia nem sugere que
as pessoas façam algum mal a outras; o artigo se destina apenas a
ilustrar um assunto científico.
Maldições não são reconhecidas pela ciência, mas se tem uma coisa da qual os estudiosos não duvidam é do poder da mente. Diversas pesquisas já demonstraram convincentemente como seres humanos são sugestivos – um exemplo é o “efeito placebo”.
Sendo assim, não é preciso ser uma bruxa de mil anos para infligir dor a seus inimigos – basta ter a ciência e a comprovada capacidade da psicologia ao seu lado para convencer as pessoas de que suas maldições são eficazes.
Para tanto, vamos recorrer ao efeito “nocebo”. Você com certeza já ouviu falar do efeito placebo – o fato de que pílulas de açúcar aliviam sintomas de pacientes, apesar de não terem medicação nenhuma.
O efeito nocebo é o oposto. Do mesmo modo que pessoas que acreditam estar tomando um remédio se curam mesmo sem tê-lo tomado, pessoas que ouvem possíveis efeitos colaterais têm maior probabilidade de senti-los (por exemplo, pessoas informadas de que uma pílula irá causar-lhes dores de estômago vão sentir dores de estômago).
Se vista de acordo, escolha uma noite escura e tempestuosa para o seu encontro, e siga alguém na rua dizendo-lhes que suas entranhas vão se torcer, ou que nunca mais terão uma boa noite de sono, ou qualquer coisa maldosa que você consiga pensar – e deixe que a mente de seu alvo faça o resto.
Tal psicologia funciona até mesmo em grupos. Há boatos de que uma “maldição” (efeito psicológico) foi a causa da “praga dançante” (episódio em que pessoas literalmente dançaram até a morte em 1500 na Europa).
Algumas maldições podem envolver mais trabalho. Por exemplo, uma forma de fazer as pessoas arruinarem a própria vida é dando-lhes muita informação.
Um estudo da Universidade Queen Mary de Londres (Inglaterra) reuniu participantes e deu eles a tarefa de fazer previsões ou manter a saúde de um bebê (não um real, ainda bem). As pessoas que receberam aconselhamento e atualizações constantes, mesmo que as atualizações fossem elogios, tendiam a ir pior do que as pessoas que foram deixadas sozinhas.
A ideia é que, a fim de fazer um bom trabalho em qualquer coisa, as pessoas precisam se concentrar para tomar a decisão certa. Ouvir opiniões de outras pessoas as faz perder o foco e estragar a tarefa. Quanto mais complexa a tarefa, incentivos mais calorosos parecem arruinar o desempenho das pessoas.
Com a tecnologia de hoje, este é um trabalho que você pode fazer de casa. Basta configurar um monte de contas do Facebook que se revezam para dar incentivos, opiniões diferentes, conselhos contraditórios e bam! Vida do inimigo arruinada. E quanto mais ele se sentir perdido, mas vai depender de influências externas para ajudá-lo, o que, é claro, é pior para ele em última análise.
Elas achavam que não havia nada que pudessem fazer – estavam amaldiçoadas e pronto -, e a resposta física para esse “conhecimento” as matou.
Eis a extensão do poder da sugestão e da mente: o de fazer alguém acreditar que vai morrer.
Na China e no Japão, a taxa de ataques cardíacos aumenta no dia quatro de cada mês. O número quatro é considerado um número de azar nesses países. Assim, toda vez que tal dia chega, configura a combinação necessária para matar alguém: medo, consciência e desamparo.
Quando a ameaça se multiplica, não há como fugir dela. Um famoso compositor, Arnold Schoenberg, tinha medo do número 13. Aos 76 anos, um amigo mencionou que sete mais seis era 13. Schoenberg morreu no dia treze desse mês, depois de ter passado o dia todo na cama, com medo de falecer. Obviamente, o amigo ou era responsável por homicídio culposo ou um profissional qualificado para lançar maldições.
Inevitavelmente, “maldições” não funcionam com todo mundo, já que sempre vai haver algumas pessoas que não acreditam nesse tipo de coisa.
Mas a verdade é que todo mundo se preocupa com algo, todo mundo é influenciado por fatores externos, e todo mundo pode ter o psicológico abalado.
A ideia de que algumas pessoas são isentas de influência biológica e social envolve um pensamento ainda mais mágico do que a crença em maldições.
Mas, se você está pensando em mexer com a cabeça de alguém, fica um alerta importante: a ciência não sabe como a “maldição” afeta seu praticante. As pessoas que lançam maldições são constantemente sujeitas a pensamentos ainda mais estressantes e aterrorizantes do que os outros. Melhor não se arriscar; sua mente pode se voltar contra você. Todos sabemos que ela não pede nossa opinião para nada – tem vida própria.
Fonte: Hypescience
Maldições não são reconhecidas pela ciência, mas se tem uma coisa da qual os estudiosos não duvidam é do poder da mente. Diversas pesquisas já demonstraram convincentemente como seres humanos são sugestivos – um exemplo é o “efeito placebo”.
Sendo assim, não é preciso ser uma bruxa de mil anos para infligir dor a seus inimigos – basta ter a ciência e a comprovada capacidade da psicologia ao seu lado para convencer as pessoas de que suas maldições são eficazes.
Para tanto, vamos recorrer ao efeito “nocebo”. Você com certeza já ouviu falar do efeito placebo – o fato de que pílulas de açúcar aliviam sintomas de pacientes, apesar de não terem medicação nenhuma.
O efeito nocebo é o oposto. Do mesmo modo que pessoas que acreditam estar tomando um remédio se curam mesmo sem tê-lo tomado, pessoas que ouvem possíveis efeitos colaterais têm maior probabilidade de senti-los (por exemplo, pessoas informadas de que uma pílula irá causar-lhes dores de estômago vão sentir dores de estômago).
Maldição nocebo
É fácil fazer alguém acreditar na sua maldição. Tudo o que você precisa fazer é criar o ambiente certo.Se vista de acordo, escolha uma noite escura e tempestuosa para o seu encontro, e siga alguém na rua dizendo-lhes que suas entranhas vão se torcer, ou que nunca mais terão uma boa noite de sono, ou qualquer coisa maldosa que você consiga pensar – e deixe que a mente de seu alvo faça o resto.
Tal psicologia funciona até mesmo em grupos. Há boatos de que uma “maldição” (efeito psicológico) foi a causa da “praga dançante” (episódio em que pessoas literalmente dançaram até a morte em 1500 na Europa).
Algumas maldições podem envolver mais trabalho. Por exemplo, uma forma de fazer as pessoas arruinarem a própria vida é dando-lhes muita informação.
Um estudo da Universidade Queen Mary de Londres (Inglaterra) reuniu participantes e deu eles a tarefa de fazer previsões ou manter a saúde de um bebê (não um real, ainda bem). As pessoas que receberam aconselhamento e atualizações constantes, mesmo que as atualizações fossem elogios, tendiam a ir pior do que as pessoas que foram deixadas sozinhas.
A ideia é que, a fim de fazer um bom trabalho em qualquer coisa, as pessoas precisam se concentrar para tomar a decisão certa. Ouvir opiniões de outras pessoas as faz perder o foco e estragar a tarefa. Quanto mais complexa a tarefa, incentivos mais calorosos parecem arruinar o desempenho das pessoas.
Com a tecnologia de hoje, este é um trabalho que você pode fazer de casa. Basta configurar um monte de contas do Facebook que se revezam para dar incentivos, opiniões diferentes, conselhos contraditórios e bam! Vida do inimigo arruinada. E quanto mais ele se sentir perdido, mas vai depender de influências externas para ajudá-lo, o que, é claro, é pior para ele em última análise.
Brincadeiras à parte…
A chave para uma maldição psicologicamente devastadora é impotência. Impotência cultiva uma condição chamada de flacidez diastólica, que é uma queda extrema na pressão sanguínea. Essa queda já foi associada à morte de pessoas aparentemente saudáveis que acreditavam estarem amaldiçoadas.Elas achavam que não havia nada que pudessem fazer – estavam amaldiçoadas e pronto -, e a resposta física para esse “conhecimento” as matou.
Eis a extensão do poder da sugestão e da mente: o de fazer alguém acreditar que vai morrer.
Na China e no Japão, a taxa de ataques cardíacos aumenta no dia quatro de cada mês. O número quatro é considerado um número de azar nesses países. Assim, toda vez que tal dia chega, configura a combinação necessária para matar alguém: medo, consciência e desamparo.
Quando a ameaça se multiplica, não há como fugir dela. Um famoso compositor, Arnold Schoenberg, tinha medo do número 13. Aos 76 anos, um amigo mencionou que sete mais seis era 13. Schoenberg morreu no dia treze desse mês, depois de ter passado o dia todo na cama, com medo de falecer. Obviamente, o amigo ou era responsável por homicídio culposo ou um profissional qualificado para lançar maldições.
Inevitavelmente, “maldições” não funcionam com todo mundo, já que sempre vai haver algumas pessoas que não acreditam nesse tipo de coisa.
Mas a verdade é que todo mundo se preocupa com algo, todo mundo é influenciado por fatores externos, e todo mundo pode ter o psicológico abalado.
A ideia de que algumas pessoas são isentas de influência biológica e social envolve um pensamento ainda mais mágico do que a crença em maldições.
Mas, se você está pensando em mexer com a cabeça de alguém, fica um alerta importante: a ciência não sabe como a “maldição” afeta seu praticante. As pessoas que lançam maldições são constantemente sujeitas a pensamentos ainda mais estressantes e aterrorizantes do que os outros. Melhor não se arriscar; sua mente pode se voltar contra você. Todos sabemos que ela não pede nossa opinião para nada – tem vida própria.
Fonte: Hypescience
12 abril 2013
Casais brigam 312 vezes por ano
Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha com 3 mil pessoas indicou que os
casais brigam em média 312 vezes dias por ano – principalmente às
quintas-feiras por volta das 20 horas, por dez minutos. O levantamento
que a esmagadora maioria das brigas se origina de motivos banais, como
deixar pelos na pia, entupir o ralo do chuveiro com cabelo e “surfar”
entre canais de TV.
“Todos
os casais brigam, mas ver o quanto eles discutem por causa de coisas
simples, como as tarefas domésticas, nos faz abrir os olhos”, disse o
porta-voz sobre a pesquisa, Nick Elson.”Parece muito tempo perdido em
bate-bocas, independente de quão irritante sejam os hábitos.”
As razões dadas por homens e mulheres refletem algumas já conhecidas e proclamadas diferenças no comportamento dos sexos. Enquanto elas reclamam que os parceiros não trocam o papel higiênico quando terminam de usar o aparelho sanitário – nem abaixam a tampa -, eles ficam nervosos quando as parceiras demoram para ficar prontas e reclamam sobre as tarefas domésticas.
Deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa após o chá ou café também são razões citadas por ambos os sexos para as brigas. Oito de cada dez entre os três mil adultos britânicos pesquisados disseram ser obrigados a limpar, constantemente, a sujeira do outro.
E se as mulheres ficam mais frustradas com os hábitos dos parceiros, a pesquisa indicou que são eles que mais vêem nas razões banais motivos para uma separação. Um quinto dos homens entrevistados disseram considerar essa opção em consequência das dificuldades de convivência.
A seguir, os hábitos que mais irritam as mulheres: TESTOSTERONA
“Todos
os casais brigam, mas ver o quanto eles discutem por causa de coisas
simples, como as tarefas domésticas, nos faz abrir os olhos”, disse o
porta-voz sobre a pesquisa, Nick Elson.”Parece muito tempo perdido em
bate-bocas, independente de quão irritante sejam os hábitos.”As razões dadas por homens e mulheres refletem algumas já conhecidas e proclamadas diferenças no comportamento dos sexos. Enquanto elas reclamam que os parceiros não trocam o papel higiênico quando terminam de usar o aparelho sanitário – nem abaixam a tampa -, eles ficam nervosos quando as parceiras demoram para ficar prontas e reclamam sobre as tarefas domésticas.
Deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa após o chá ou café também são razões citadas por ambos os sexos para as brigas. Oito de cada dez entre os três mil adultos britânicos pesquisados disseram ser obrigados a limpar, constantemente, a sujeira do outro.
E se as mulheres ficam mais frustradas com os hábitos dos parceiros, a pesquisa indicou que são eles que mais vêem nas razões banais motivos para uma separação. Um quinto dos homens entrevistados disseram considerar essa opção em consequência das dificuldades de convivência.
A seguir, os hábitos que mais irritam as mulheres: TESTOSTERONA
09 abril 2013
Vaginismo
(Não Devido a uma Condição Médica Geral)
Características Diagnósticas
A característica essencial do Vaginismo é a contração
involuntária, recorrente ou persistente, dos músculos do períneo
adjacentes ao terço inferior da vagina, quando é tentada a penetração
vaginal com pênis, dedo, tampão ou espéculo (Critério A). A perturbação
deve causar acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal (Critério
B). A perturbação não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I
(exceto por outra Disfunção Sexual), nem se deve exclusivamente aos
efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral (Critério C).
Em algumas mulheres, até mesmo a previsão da penetração vaginal pode
provocar espasmo muscular. A contração pode variar desde leve, induzindo
alguma tensão e desconforto, até severa, impedindo a penetração.
Subtipos
Os subtipos são oferecidos para indicar início (Ao Longo da
Vida versus Adquirido), contexto (Generalizado versus Situacional) e
fatores etiológicos (Devido a Fatores Psicológicos, Devido a Fatores
Combinados) para o Vaginismo.
Características e Transtornos Associados
As respostas sexuais (por ex., desejo, prazer, capacidade
orgásmica) podem não estar prejudicadas, a menos que a penetração seja
tentada ou prevista. A obstrução física devido à contração muscular
geralmente impede o coito. A condição, portanto, pode limitar o
desenvolvimento de relacionamentos sexuais e perturbar relacionamentos
existentes. Casos de casamentos não consumados e infertilidade estão
associados com esta condição. O diagnóstico freqüentemente é feito
durante exames ginecológicos de rotina, quando a resposta ao exame
pélvico acarreta prontamente uma contração facilmente observada do
intróito vaginal. Em alguns casos, a intensidade da contração pode ser
tão severa ou prolongada a ponto de provocar dor. Entretanto, o
Vaginismo ocorre em algumas mulheres durante a atividade sexual, mas não
durante o exame ginecológico. O transtorno é encontrado com maior
freqüência em mulheres mais jovens, em mulheres com atitudes negativas
com relação ao sexo e em mulheres com uma história de abuso ou traumas
sexuais.
Curso
O Vaginismo ao longo da vida em geral tem um início súbito,
manifestando-se pela primeira vez durante as tentativas iniciais de
penetração sexual por um parceiro ou durante o primeiro exame
ginecológico. Estabelecido o transtorno, o curso geralmente é crônico, a
menos que atenuado por tratamento. O Vaginismo adquirido também pode
ocorrer subitamente, em resposta a um trauma sexual ou a uma condição
médica geral.
Diagnóstico Diferencial
O Vaginismo deve ser diferenciado de uma Disfunção Sexual
Devido a uma Condição Médica Geral. O diagnóstico apropriado é de
Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral quando a disfunção é
considerada exclusivamente decorrente dos efeitos fisiológicos de uma
determinada condição médica geral (por ex., endometriose ou infecção
vaginal). Esta determinação fundamenta-se na história, achados
laboratoriais ou exame físico. O Vaginismo pode persistir como um
problema residual após a resolução da condição médica geral. Se tanto
Vaginismo quanto uma condição médica geral estão presentes, mas o
clínico julga que os espasmos vaginais não se devem exclusivamente aos
efeitos fisiológicos diretos da condição médica geral, aplica-se um
diagnóstico de Vaginismo Devido a Fatores Combinados. O Vaginismo também
pode ocorrer em associação com outras Disfunções Sexuais (por ex.,
Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo), sendo que, neste caso, ambas as
condições devem ser anotadas. Embora possa ocorrer dor associada com o
intercurso sexual no Vaginismo, não se faz um diagnóstico adicional de
Dispareunia. Um diagnóstico adicional de Vaginismo em geral não é feito
se os espasmos vaginais são melhor explicados por outro transtorno do
Eixo I (por ex., Transtorno de Somatização). O diagnóstico adicional
pode ser feito quando os espasmos vaginais antecedem o transtorno do
Eixo I ou são um foco de atenção clínica independente.
Critérios Diagnósticos para F52.5 - 306.51 Vaginismo
|
| A. Espasmo involuntário, recorrente ou persistente da musculatura do terço inferior da vagina, que interfere no intercurso sexual. |
| B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal. |
| C. A perturbação não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., Transtorno de Somatização), nem se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral. |
| Especificar tipo: Tipo Ao Longo da Vida Tipo Adquirido |
| Especificar tipo: Tipo Generalizado Tipo Situacional |
| Especificar: Devido a Fatores Psicológicos Devido a Fatores Combinados |

28 março 2013
Princìpio Mental
O Intelecto é o princípio mental que distingue o homem do bruto; o seu aparecimento marca um grande avanço na senda da realização do espírito lançado na corrente da matéria. Antes, o ser é apenas emoção, desejos ou paixões, mas, depois do advento do Intelecto, goza da vontade raciocinadora e sente, em si, a manifestação da condição humana. É o despertar ou o amanhecer da consciência do "eu", porque o homem, então, já pode comparar-se aos outros seres e coisas; classifica, analisa, junta e separa os acontecimentos nos quais intervém ou os fatos que presencia. Principia a julgar os acontecimentos em torno de si, a ter consciência do "eu", embora, não possa definir tal condição. O homem já é um ser bom e evoluído, porém, o advento do Intelecto o ajuda a exercer o comando e o controle, cada vez mais enérgico, sobre os próprios instintos animais. Dominando as forças instintivas da velha animalidade, pode dispor de energias submissas para realizar a sua própria ascensão espiritual. Mas, se enfraquecer na posse da razão pode tornar-se pior do que as bestas, pois raros animais abusam de suas forças e desejos, como é feito habitualmente entre os homens, conforme se verifica comumente, no caso do prazer sexual. Ademais, se o Intelecto ajuda a raciocinar, e tanto pode exercer o seu poder sobre a Mente Instintiva como preparar o caminho para a melhor influência da Mente Espiritual, como só abrange certo limite, também pode criar a ilusão perigosa do "ego" separado do Todo, que é Deus. O intelecto humano é de raciocínio frio, como um jogador que só vê resultados compensadores e imediatos, num jogo de cartas. Quando o homem se abandona ao jugo do intelecto puro, de sua Inteligência imediatista e operante nos limites da forma, a própria razão sem o calor da intuição cria a ilusão de separatividade Por isso, o Intelecto funciona exatamente entre a Mente Instintiva, que tenta atrair o ser para o nível inferior dos brutos, e a Mente Espiritual, que prodigaliza as noções sublimes da vida superior dos espíritos puros.
RAMATÍS
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